segunda-feira, 11 de novembro de 2013

domingo, 10 de novembro de 2013

MUSICA PARA ORAR

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TEÓLOGANDO

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

CASAMENTO NOS TEMPOS BIBLICOS

TEÓLOGANDO Casamento nos tempos bíblicos O conhecimento das cerimônias relacionadas com os atos núpcias no Oriente é essencial para a compreensão de várias passagens da Escritura. Os esponsais realizam-se festivamente, com muita alegria, e então é permitido aos dois que conversem, tornando-se, assim, mais conhecidos um do outro. Mas, por espaço de alguns dias, antes do casamento, eles fecham-se nas suas respectivas casas, recebendo, então, o noivo e a noiva as visitas de amizade. Os companheiros do noivo acham-se expressamente mencionados na história de Sansão; também são indicadas as companheiras da noiva em Jz 14. 10 a 18 e Sl 45.9,14,15. As amigas e companheiras da noiva cantavam o Epitálamo, ou cântico nupcial, à porta da noiva, à tarde, antes do casamento. Os convidados das duas partes são chamados “filhos das bodas”, sendo isto um fato que lança muita luz sobre as palavras de Jesus Cristo: “Podem acaso estar tristes os convidados para o casamento, enquanto o noivo está com eles?” (Mt 9.15) O noivo parte de tarde a reclamar a sua noiva, a hora já avançada, acompanhado dum certo número de amigos; e todos em procissão levam tochas e lâmpadas, indo adiante, geralmente, uma banda musical. Nenhuma pessoa pode juntar-se ao cortejo, sem alguma espécie de luz. Estopa ou farrapos de linho são muito torcidos e metidos em certos vasos de metal, no topo dum varapau. Doutras vezes a lâmpada ou a tocha vai em uma das mãos, ao passo que a outra segura um vaso de azeite, havendo o cuidado, de quando em quando, de deitar azeite na candeia para conservar acesa em todo o trajeto (Mt 25.1-8). Depois da cerimônia e bênção do casamento, são conduzidos o noivo e a noiva com grande pompa à sua nova casa. A procissão assemelha-se, em todos os seus principais aspectos, à do noivo que vem buscar a sua noiva. O episódio da “veste nupcial” baseia-se no fato de que era costume aparecerem as pessoas nas festas do casamento com ricos vestidos. Havia um guarda-roupa, do qual, podia servir-se todo aquele que não estava devidamente provido de veste nupcial. Se o casamento era entre pessoas de alta estirpe, recebia cada convidado uma magnífica vestimenta. Estavam as vestes penduradas numa câmara por onde passavam os convidados, que se revestiam em honra do seu anfitrião antes de entrarem na sala do banquete. Ainda prevalece no Oriente este costume: quando um homem rico faz uma festa, ordena uma espécie de peliça, para vestir sobre a sua roupa. Fonte: Dicionário Bíblico Universal

ANJOS.QUERUBINS E SERAFINS

Anjos, Querubins & Serafins 1- ANJOS Seres celestiais mais elevados do que o homem em dignidade, Sl 8.6; Hb 2.7, que não se casam nem se dão em casamento, Mt 22.30. Pela sua natureza, são chamados filhos de Deus, pelo menos em poesia, Jó 1.6; 37.7, e pelo seu caráter, são chamados santos, Jó 5.1; Si 89.5,7. O seu oficio é determinado pela palavra anjo. Em outros livros da Bíblia, há indícios de duas categorias de anjos em oficio e dignidade, como sejam os arcanjos (chefes) e outros de inferior posição, 1Ts 4.16; Jd 9. Estas duas classes não são as únicas. Há os anjos caídos e os que não caíram; há tronos e domínios, principados e potestades, Rm 8.38; Ef 1.21; 3.10; Cl 1.16; 2.15. Querubins e Serafins, todos os quais parecem pertencer à classe angélica. As forças inanimadas da natureza pelas quais se opera todo o movimento econômico do universo são mensageiros de Deus, Sl 104.4. A pestilência e a morte, quando obedecem a atos especiais do governo divino, são representadas como operando sob a direção dos anjos, 2Rs 24.16; 19.25; Zc 1.7-17. Escapando à vista humana, acampam-se a roda dos que temem a Deus, Sl 34.7; Gn 28.12; 48.16; 2Rs 6.17; Is 43.9. O Anjo do Senhor apareceu em forma humana a Abraão, a Agar, a Ló, a Moisés e a Josué; aos israelitas em Boquim, a Gideão e a Manoé. Um anjo do Senhor apareceu a Elias e a Daniel. Os anjos ocupam lugar saliente na história de Jesus, anunciando o seu nascimento e o de seu precursor, proclamando o seu advento aos pastores, servindo-o depois de sua vitória no deserto e de sua angústia no jardim, Lc 22.43, Foram ainda os anjos que deram as boas novas aos discípulos na ressurreição e ascensão. Um anjo assistiu a Pedro, outro a Paulo. Alguns destes mensageiros de Deus são conhecidos pelos seus nomes, como Gabriel, Dn 8.16; 9.21; Lc 1.19,20: e Miguel, Dn 10.13,21; Jd 9; Ap 12.7. Há alguns anjos, enviados a executar ordens divinas, que são chamados Anjo do Senhor, 2Sm 24.16: 1Rs 19.5-7. Também se menciona um anjo, que em certas circunstâncias parece ser distinto de Jeová e que, no entanto se identifica com ele, Gn 16.10,13,14,33; 22.11,12,15,16; 31.11,13; Ex 3.2,4; Js 5.13-15; 6.2; Zc 1.10-13: 3.1,2. Assim, em Gn 32.30, se menciona um anjo em que se revelava a face de Jeová que tinha o nome de Jeová, e cuja presença equivalia a presença de Jeová, Gn 22.11; Ex 32:14: 33.14; Is 63.9. O anjo do Senhor aparece como uma manifestação de Jeová, um com ele e, todavia diferente dele. 2- QUERUBINS Nome do guardião que o Senhor pôs à entrada do Éden para impedir que nossos primeiros pais se aproximassem da árvore da Vida, depois de serem expulsos do Paraíso, Gn 3.24. Quando se construiu a Arca para o Tabernáculo, foram trabalhados dois querubins, feitos de puro ouro, e colocados sobre a arca com as faces voltadas um para o outro, e cobrindo-a com as asas estendidas, Ex 25.18-20; 37.7-9. Simbolizavam a presença de Jeová, cuja glória se manifestava entre eles, Lv 16.2, e que habitava no meio de seu povo, estando presente no tabernáculo para receber a sua adoração, Ex 25.22; Lv 1.1. Há freqüentes referências à habitação de Jeová entre querubins, Nm 7.89; 1Sm 4.4; 2Sm 6.2; 2Rs 19.15; Sl 80.1; 99.1; Is 37.16. As cortinas do Tabernáculo eram bordadas com as figuras de querubins, Ex 26.1. No oráculo do Templo foram postos dois gigantescos querubins de quase seis metros de altura, cujas asas estendidas tinham igual comprimento à altura. Eram feitos de pau de oliveira e cobertos de ouro, 1Rs 6.23-28; 8.7; 2Cr 3.10-13; 5.7,8; Hb 9.5. As paredes do Templo eram esculpidas em roda de entalhes e molduras, com querubins e palmas, 2Rs 6.29, Em um poema, Davi representa Jeová montado sobre querubins e voando sobre as asas dos ventos, 2Sm 22.11; Sl 18.10. Ezequiel teve uma visão de querubins perto do rio Cobar, cada um deles tinha quatro faces e quatro asas, Ez 10.1-22; comp. 9. 3. Os quatro querubins parecem ser idênticos às criaturas que ele viu, cada uma com quatro faces com rosto de homem, rosto de leão, rosto de boi e rosto de águia, cp. 1.5-12; com 10.20,21. Estes querubins sustentavam o trono de Jeová, 1.26-28; 9.3. Finalmente, o apóstolo João descreve no Apocalipse quatro animais com rostos semelhantes aos já descritos, Ap 4.6-9. Em toda a Bíblia os querubins são apresentados como seres, entes animados, com a inteligência de homem, com a força do boi, com a coragem do leão e com movimentos livres como a águia para dominar o espaço. Eles representam uma ordem de anjos. 3- SERAFINS Nome de entes celestiais que estavam à roda do trono de Deus, na visão de Isaías. Cada um deles tinha seis asas: com duas cobria a face, e com outras duas cobriam os pés e com duas voavam. E clamavam um para o outro, e diziam: “Santo, Santo, Santo, Senhor Deus dos Exércitos cheia está toda a terra da sua glória”, Is 6. 2,3. Tendo o profeta confessado ser homem de lábios impuros, um dos serafins voou para ele levando na mão uma brasa viva, que havia tomado do altar com uma tenaz, e tocou com ela a boca do profeta dizendo: “Eis aqui tocou esta brasa os teus lábios, e será tirada a tua iniqüidade, e lavado será o seu pecado”.A Escritura nada mais diz a respeito de serafins, senão o que se contém nesta passagem. Quem eram eles? Os serafins eram uma ordem superior de anjos, segundo o entendimento dos judeus.

FOTOS ATLETAS DE CRISTO

FOTOS ATLETAS DE CRISTO.

AMOR FRATERNAL

O AMOR FRATERNAL Talvez não existe advertência mais sábia a respeito do perigo de ser experimentar o poder de Deus do que aquela registrada na epístola de Paulo aos Coríntios. Eis aqui um povo que ele elogia e, ao mesmo tempo, disciplina de maneira muito firme. Assim como ele acolhe a experiência deles nos dons do Espírito, ele também exige que eles aprendam a graça do Espírito - o amor. O chamado para crescer em amor é fundamental para qualquer outro valor ou objetivo na vida cristã. 1 Co 13 indica este caminho, chamando a atenção para a ausência de valor em qualquer realização, dom ou sacrifício quando o amor não é a fonte e o tempero de todos eles. O amor fraterno deve ser alimentado e torna-se um fonte certa de serviço alegre. Responsabilidade de uns pelos outros "Disse o SENHOR a Caim: Onde está Abel, teu irmão? Ele respondeu: Não sei; acaso, sou eu tutor de meu irmão?" Gn 4.9 Nós somos responsáveis pela maneira como tratamos os nossos irmãos e irmãs. O Amor aceita os que falharam contra nós "Disse José a seus irmãos: Agora, chegai-vos a mim. E chegaram-se. Então, disse: Eu sou José, vosso irmão, a quem vendestes para o Egito." Gn 45.4 Deus espera que demonstremos um amor perdoador e expressivo àqueles que falharam contra nós. Amor cristão desinteressado em relação aos estranhos "Como o natural, será entre vós o estrangeiro que peregrina convosco; amá-lo-eis como a vós mesmos, pois estrangeiros fostes na terra do Egito. Eu sou o SENHOR, vosso Deus." Lv 19.34 Lembre-se do quanto a rejeição fere e nunca a pratique. Trate os outros com amor. Para aproximar-se de Deus, é necessário amar o próximo "O que vive com integridade, e pratica a justiça, e, de coração, fala a verdade." Sl 15.3 “Permanecer” na presença de Deus, falar gentilmente e nunca fazer fofoca ou desacreditar o seu próximo. Perdoado! Perdoe "Pois tu, Senhor, és bom e compassivo; abundante em benignidade para com todos os que te invocam." Sl 86.5 Deus deseja que exerçamos misericórdia de forma abundante, assim como a recebemos abundantemente. Ame os inimigos "Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem;" Mt 5.44 Jesus nos exorta claramente a amarmos aqueles que demonstram animosidade em relação a nós. Deus ama o homem incondicionalmente "Como quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles. Se amais os que vos amam, qual é a vossa recompensa? Porque até os pecadores amam aos que os amam. Se fizerdes o bem aos que vos fazem o bem, qual é a vossa recompensa? Até os pecadores fazem isso. E, se emprestais àqueles de quem esperais receber, qual é a vossa recompensa? Também os pecadores emprestam aos pecadores, para receberem outro tanto. Amai, porém, os vossos inimigos, fazei o bem e emprestai, sem esperar nenhuma paga; será grande o vosso galardão, e sereis filhos do Altíssimo. Pois ele é benigno até para com os ingratos e maus." Lc 6.31-35 Através da transformação pelo amor de Deus, nós somos capacitados a amar sinceramente aqueles que aparentemente não merecem amor. O amor tem espírito de servo "Se alguém me serve, siga-me, e, onde eu estou, ali estará também o meu servo. E, se alguém me servir, o Pai o honrará." Jo 12.26 O amor desprende-se do status social e aceita um lugar mais simples entre aqueles a quem servimos. A Prioridade e o caminho do amor fraternal "O meu mandamento é este: que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei. Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos." Jo 15.12-13 O amor de Deus nos capacita a esquecer o conforto e a compartilhar o tratamento e a dor dos outros. O Amor fraternal procede da natureza divina "Com a piedade, a fraternidade; com a fraternidade, o amor. 8 Porque estas coisas, existindo em vós e em vós aumentando, fazem com que não sejais nem inativos, nem infrutuosos no pleno conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo." 2Pe 1.7-8 A natureza divina resolve conflitos pessoais liberando, assim, afeição e benevolência.

CÉU E INFERNO

Céu e Inferno! PURGATÓRIO? “Quem, pois, conheceu a mente do Senhor? “ Rm 11.34 A Bíblia é um Livro que nasceu no coração de Deus, ditada a homens puros pelo Espírito Santo e contém uma mensagem de cunho totalmente espiritual, direcionada a um povo em especial, eleito, escolhido pelo próprio Deus para viverem uma realidade diferenciada dos demais povos. Os ensinamentos dados pelo Espírito Santo, jamais devem serem questionados. São na verdade para serem cumpridos no dia-a-dia. Infelizmente, no decorrer dos milênios, muitos homens criaram teses e ou teorias teológicas que deturparam a palavra santa, incluindo ensinamentos falsos e danosos. A existência do Purgatório é um bom exemplo. O lugar denominado Purgatório, segundo o catolicismo, não é um nível intermediário entre o Céu e o Inferno, mas um local de purificação onde ficam as almas das pessoas que morreram em estado de graça -isto é, salvas-, mas ainda precisariam se preparar para ter condições de ver Deus nos Céus. A sua existência foi teorizada no pontificado do Papa Gregório I, em 593, com base no livro de 2º Macabeus 12.42-46 (livro Apócrifo e que consta na versão católica da Bíblia). Em 1439, no Concílio de Florença, a doutrina foi aprovada e confirmada depois, em 1563 no Concílio de Trento. A Palavra Divina em sua totalidade nos apresenta apenas dois destinos eternos, são eles: Céu e Inferno. E encontram-se na dimensão espiritual. O Céu é destinados àqueles que perseveraram nas doutrinas determinadas por Deus e o Inferno aos desobedientes às verdades bíblicas. Medite nestes textos: a) "Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno." Dn 12.2; b) "Ora, havia certo homem rico que se vestia de púrpura e de linho finíssimo e que, todos os dias, se regalava esplendidamente. Havia também certo mendigo, chamado Lázaro, coberto de chagas, que jazia à porta daquele; e desejava alimentar-se das migalhas que caíam da mesa do rico; e até os cães vinham lamber-lhe as úlceras. Aconteceu morrer o mendigo e ser levado pelos anjos para o seio de Abraão; morreu também o rico e foi sepultado. No inferno, estando em tormentos, levantou os olhos e viu ao longe a Abraão e Lázaro no seu seio. Então, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim! E manda a Lázaro que molhe em água a ponta do dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama. Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro igualmente, os males; agora, porém, aqui, ele está consolado; tu, em tormentos. E, além de tudo, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que querem passar daqui para vós outros não podem, nem os de lá passar para nós. Então, replicou: Pai, eu te imploro que o mandes à minha casa paterna, porque tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho, a fim de não virem também para este lugar de tormento. Respondeu Abraão: Eles têm Moisés e os Profetas; ouçam-nos. Mas ele insistiu: Não, pai Abraão; se alguém dentre os mortos for ter com eles, arrepender-se-ão. Abraão, porém, lhe respondeu: Se não ouvem a Moisés e aos Profetas, tampouco se deixarão persuadir, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos."Lc 16.19-31; c) "Ora, se é corrente pregar-se que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como, pois, afirmam alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos?... Visto que a morte veio por um homem, também por um homem veio a ressurreição dos mortos... Mas alguém dirá: Como ressuscitam os mortos? E em que corpo vêm? Insensato! O que semeias não nasce, se primeiro não morrer; e, quando semeias, não semeias o corpo que há de ser, mas o simples grão, como de trigo ou de qualquer outra semente. Mas Deus lhe dá corpo como lhe aprouve dar e a cada uma das sementes, o seu corpo apropriado. Nem toda carne é a mesma; porém uma é a carne dos homens, outra, a dos animais, outra, a das aves, e outra, a dos peixes. Também há corpos celestiais e corpos terrestres; e, sem dúvida, uma é a glória dos celestiais, e outra, a dos terrestres. Uma é a glória do sol, outra, a glória da lua, e outra, a das estrelas; porque até entre estrela e estrela há diferenças de esplendor. Pois assim também é a ressurreição dos mortos. Semeia-se o corpo na corrupção, ressuscita na incorrupção. Semeia-se em desonra, ressuscita em glória." 1Co 15.12,21,35-42; d) "Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro;" 1Ts 4.16 Em lugar algum, a Bíblia faz referência ao purgatório e ou a existência de um local de purificação pós-morte. 1 – Céu: Na visão dos judeus achava-se simbolizado pelo Santo dos Santos, e era a Casa de Deus e dos anjos. O Senhor Jesus Cristo era originário deste céu e para o qual voltou após a ressurreição ("Esse Jesus que dentre vós foi assunto ao céu virá do modo como o vistes subir." At 1.11) e em breve retornará a terra ("Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro." 1Ts 4.16). Paulo foi levado a este céu ("Conheço um homem em Cristo que, há catorze anos, foi arrebatado até ao terceiro céu (se no corpo ou fora do corpo, não sei, Deus o sabe)" 2Co 12.2). A falta de entendimento sobre as coisas espirituais, até mesmo, pela incapacidade do homem em compreender a “dimensão espiritual” na qual o Senhor encontra-se, bem como, o Seu reino; faz surgir diversas idéias extremamente pobres sobre o paraíso. Entre elas: - O céu é um lugar vazio, todos ficarão “boiando” no espaço, numa eternidade cansativa; - O homem será desprovido de entendimento e vontade; - A memória será apagada, inclusive, perdendo-se a identidade pessoal; - Não reconheceremos uns aos outros; - entre outras. É preciso compreender que o Senhor Deus vive numa “dimensão” a espiritual, totalmente diferente desta na qual vivemos, física e dependente do tempo. O Pai está numa região onde as coisas existem, numa pobre comparação, tão palpável quanto as existente aqui neste planeta; porém, numa magnitude incompreensível a mais brilhante das mentes humanas. Paulo diz: “... arrebatado ao Paraíso e ouviu palavras indizíveis, as quais não é lícito ao homem referir”. 2Co 12.4. É necessário que nossa mente seja aberta e que cresça a idéia de quão magnífico é o Senhor, Suas obras são poderosas e perfeitas. O céu é um paraíso, maravilhoso demais para ser descrito por palavras humanas, preparadas exclusivamente para os que permaneceram firme nas promessas de Salvação. Nos céus seremos eternamente felizes, está diante do Todo Poderoso e contemplar a sua glória e amor será o nosso prazer. A contemplação da glória do Senhor Jesus nos fará entender a extensão do sacrifício e quanto nos amou; em nosso peito arderá o desejo de “gastarmos” a eternidade em louvores infindáveis ao Rei dos Reis. O Céu é prometido àqueles que são fiéis às ordenanças de Deus. a) “Na casa de meu Pai há muitas moradas." Jo 14.2 b) “Assim diz o Senhor: O céu é o meu trono.” Is 66.1 O Céu é: a) Lugar eterno: "Sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos da parte de Deus um edifício, casa não feita por mãos, eterna, nos céus." 2Co 5.1; "O teu trono, ó Deus, é para todo o sempre; cetro de eqüidade é o cetro do teu reino." Sl 45.6; "O teu reino é o de todos os séculos, e o teu domínio subsiste por todas as gerações. O SENHOR é fiel em todas as suas palavras e santo em todas as suas obras." Sl 145.13. b) Alto lugar: "Porque assim diz o Alto, o Sublime, que habita a eternidade, o qual tem o nome de Santo: Habito no alto e santo lugar, mas habito também com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos e vivificar o coração dos contritos." Is 57.15 c) Lugar de paz, sem fome, sem tristeza, dores e choro: "Jamais terão fome, nunca mais terão sede, não cairá sobre eles o sol, nem ardor algum, pois o Cordeiro que se encontra no meio do trono os apascentará e os guiará para as fontes da água da vida. E Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima." Ap 7.16,17 Não é simbólico ou um estado de espírito. É real, não posso descrevê-lo, é impossível, maravilhoso demais! Foram levados para esse lugar em vida: a) Enoque: "Pela fé, Enoque foi trasladado para não ver a morte; não foi achado, porque Deus o trasladara. Pois, antes da sua trasladação, obteve testemunho de haver agradado a Deus." Hb 11.5 b) Elias: "Indo eles andando e falando, eis que um carro de fogo, com cavalos de fogo, os separou um do outro; e Elias subiu ao céu num redemoinho." 2Rs 2.11 c) Senhor Jesus que retornou: "Varões galileus, por que estais olhando para as alturas? Esse Jesus que dentre vós foi assunto ao céu virá do modo como o vistes subir." At 1:11. Foram arrebatados e contemplaram os céus: a) Estevão: "Mas Estêvão, cheio do Espírito Santo, fitou os olhos no céu e viu a glória de Deus e Jesus, que estava à sua direita, e disse: Eis que vejo os céus abertos e o Filho do Homem, em pé à destra de Deus." At 7:55,56 b) Paulo: "Se é necessário que me glorie, ainda que não convém, passarei às visões e revelações do Senhor. Conheço um homem em Cristo que, há catorze anos, foi arrebatado até ao terceiro céu (se no corpo ou fora do corpo, não sei, Deus o sabe) e sei que o tal homem (se no corpo ou fora do corpo, não sei, Deus o sabe) foi arrebatado ao paraíso e ouviu palavras inefáveis, as quais não é lícito ao homem referir." 2Co 12.1-4 c) João: "Achei-me em espírito, no dia do Senhor, e ouvi, por detrás de mim, grande voz, como de trombeta, dizendo: O que vês escreve em livro e manda às sete igrejas: Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodicéia. Voltei-me para ver quem falava comigo e, voltado, vi sete candeeiros de ouro e, no meio dos candeeiros, um semelhante a filho de homem, com vestes talares e cingido, à altura do peito, com uma cinta de ouro. A sua cabeça e cabelos eram brancos como alva lã, como neve; os olhos, como chama de fogo; os pés, semelhantes ao bronze polido, como que refinado numa fornalha; a voz, como voz de muitas águas. Tinha na mão direita sete estrelas, e da boca saía-lhe uma afiada espada de dois gumes. O seu rosto brilhava como o sol na sua força. Quando o vi, caí a seus pés como morto. Porém ele pôs sobre mim a mão direita, dizendo: Não temas; eu sou o primeiro e o último e aquele que vive; estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos dos séculos e tenho as chaves da morte e do inferno." Ap 1:10-18 2- Inferno: A existência do Inferno é incontestável! O verdadeiro Servo é aquele que está na presença do Pai, não pelo medo do inferno, sim, pelo prazer e satisfação de honrar e glorificar ao Senhor Deus. Na Bíblia as palavras: Geena, Hades, Tártaro (grego) e Sheol (hebraico), são traduzidas pela palavra Inferno. O Inferno é descrito como: a) Castigo eterno: "E irão estes para o castigo eterno, porém os justos, para a vida eterna." Mt 25.46 b) Fogo eterno: "Então, o Rei dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos." Mt 25.41 c) Chamas eternas e Fogo devorado: "Os pecadores em Sião se assombram, o tremor se apodera dos ímpios; e eles perguntam: Quem dentre nós habitará com o fogo devorador? Quem dentre nós habitará com chamas eternas?" Is 33.14 d) Fornalha acesa: "Mandará o Filho do Homem os seus anjos, que ajuntarão do seu reino todos os escândalos e os que praticam a iniqüidade e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes... Assim será na consumação do século: sairão os anjos, e separarão os maus dentre os justos, e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes." Mt 13.41,42,49,50 e) Lago de fogo: "E, se alguém não foi achado inscrito no Livro da Vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo." Ap 20.15 f) Fogo e enxofre: "Seguiu-se a estes outro anjo, o terceiro, dizendo, em grande voz: Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na fronte ou sobre a mão, também esse beberá do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre, diante dos santos anjos e na presença do Cordeiro." Ap 14.9,10 g) Fogo que não apaga: "A sua pá, ele a tem na mão e limpará completamente a sua eira; recolherá o seu trigo no celeiro, mas queimará a palha em fogo inextinguível." Mt 3.12 h) Lugar de punição: "Ora, se Deus não poupou anjos quando pecaram, antes, precipitando-os no inferno, os entregou a abismos de trevas, reservando-os para juízo;" 2Pe 2.4 i) Lugar de tormento: "No inferno, estando em tormentos, levantou os olhos e viu ao longe a Abraão e Lázaro no seu seio." Lc 16.23 3- PURGATÓRIO: Trata-se de uma invenção do catolicismo, criada pelo papa Gregório I, em 593. O Concílio de Florença, realizado em 1439 a aprovou e foi confirmada no Concílio de Trento, em 1563. Sua sustentação está no livro de 2º Macabeus 12.42-46 (livro apócrifo.) Não há na Bíblia textos que afirmam a existência do purgatório, na realidade, a Palavra de Deus mostra com clareza a existência de apenas dois destinos eternos, o Céu e o Inferno, que são selados com a morte. Ouça as Palavras de Cristo: "E Jesus terminou assim: —Portanto, estes irão para o castigo eterno, mas os bons irão para a vida eterna." Mt 25.46 O malfeitor crucificado ao lado do Senhor Jesus, tomado pelo arrependimento, recebeu a remissão dos pecados e a promessa da eminente ida para os céus. Cristo não disse: Passe uma temporada no purgatório, purifique-se e venha aos céus! As palavras do Senhor foram: “...em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso.” Lc. 23:43. A Bíblia Sagrada nos afirma: “O sangue de Jesus Cristo, nos purifica de todo o pecado.” 1 Jo 1:7 A purificação dada por Cristo é suficiente para restaurar por completo nossa vida, transformando-nos em "Novas Criaturas": "E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas." 2Co 5:17 Só pela graça do Senhor Jesus somos salvos, por meio da fé e jamais exclusivamente pelas obras de justiça que possamos fazer. Leia: "Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie." Ef 2:8,9; "Se, com a tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. Porque com o coração se crê para justiça e com a boca se confessa a respeito da salvação. Porquanto a Escritura diz: Todo aquele que nele crê não será confundido. Pois não há distinção entre judeu e grego, uma vez que o mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam. Porque: Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo." Rm 10:9-13; "Visto que ninguém será justificado diante dele por obras da lei, em razão de que pela lei vem o pleno conhecimento do pecado. Mas agora, sem lei, se manifestou a justiça de Deus testemunhada pela lei e pelos profetas; justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, para todos e sobre todos os que crêem; porque não há distinção, pois todos pecaram e carecem da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus, a quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação, mediante a fé, para manifestar a sua justiça, por ter Deus, na sua tolerância, deixado impunes os pecados anteriormente cometidos; tendo em vista a manifestação da sua justiça no tempo presente, para ele mesmo ser justo e o justificador daquele que tem fé em Jesus. Onde, pois, a jactância? Foi de todo excluída. Por que lei? Das obras? Não; pelo contrário, pela lei da fé. Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé, independentemente das obras da lei." Rm 3:20-28; "Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo; por intermédio de quem obtivemos igualmente acesso, pela fé, a esta graça na qual estamos firmes; e gloriamo-nos na esperança da glória de Deus. E não somente isto, mas também nos gloriamos nas próprias tribulações, sabendo que a tribulação produz perseverança; e a perseverança, experiência; e a experiência, esperança. Ora, a esperança não confunde, porque o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado. Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios. Dificilmente, alguém morreria por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém se anime a morrer. Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores. Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira." Rm 5:1-9. A Bíblia não deixa-nos dúvida quanto à forma de Salvação. Lembre-se: Se temos ciência da existência de Deus, Jesus, Espírito Santo, diabo, demônio, anjos, céus, inferno, salvação, condenação, etc. ela veio através das páginas da Bíblia, não há outra fonte que traz a existência tal realidade. Portanto, é preciso que nos encaixemos nas verdades da Bíblia quanto à salvação. Não é uma atitude sábia trocarmos as informações bíblicas por teses e ou teorias teológicas criadas com fins duvidosos; o purgatório é um bom exemplo da ação humana. Deixe o Espírito Santo de Deus envolver a tua vida!

Deveres dos pais

DEVERES DOS PAIS “Pais, não tratem os seus filhos de um jeito que faça com que eles fiquem irritados. Pelo contrário, vocês devem criá-los com a disciplina e os ensinamentos cristãos.” Efésios 6:4 O bom relacionamento entre pais e filhos é fundamental para que a Palavra do Senhor seja inculcada em suas mentes. É preciso que laços de amizade profunda existam no relacionamento, e que sejam exemplos vivo de servos, homens e mulheres cheios do Espírito, tementes, praticantes da santa doutrina e irrepreensíveis em vossos caminhos. Jamais se deve esquecer, que o maior exemplo para os filhos estão dentro dos lares, são os próprios pais. Os pais foram investidos pelo Senhor de compromisso muito sério, no que tange à criação e educação de filhos. Antes de tê-los é preciso analisar toda uma problemática que envolve uma criação segundo o coração de Deus; é inconcebível criar filhos para servir ao mundo. Infelizmente nos dias difíceis, nos quais vivemos a necessidade de manter o lar, certo status leva os pais a buscar trabalho, a conseqüência, filhos jogados nas mãos de babás e ou empregadas domésticas em sua grande maioria infiel ao Senhor, são portas abertas, e o diabo aproveita com grande astúcia, participando ativamente da formação moral e espiritual das crianças. Elas são jogadas diante de uma televisão, com programação infantil altamente espiritualizada e erótica. Os resultados: Desobediência; falta de amor a Deus; respondões; dados aos costumes do mundo entre outros males. Será que, uma casa bonita, móveis perfeitos, carro novo, vida social, dinheiro, etc. justificam a falta de cuidado espiritual para com os filhos? Deixá-los sob os cuidados das trevas? No tempo certo o Senhor há de cobrar dos pais a falta de zelo pelos pequeninos. Analise esta condição imposta aos pais no passado e veja se o vosso agir é condigno “Portanto, amem o SENHOR, nosso Deus, com todo o coração, com toda a alma e com todas as forças. Guardem sempre no coração as leis que eu lhes estou dando hoje e não deixem de ensiná-las aos seus filhos. Repitam essas leis em casa e fora de casa, quando se deitarem e quando se levantarem. Amarrem essas leis nos braços e na testa, para não as esquecerem; e as escrevam nos batentes das portas das suas casas e nos seus portões.” (Dt 6.5-9) Os dias são maus, precisamos estar atentos a todos os aspectos; pois o diabo está ao redor esfomeado com um leão, a procura de alguma alma a ser tragada. Lute, para que vossos filhos não sejam destruídos pelo inimigo. Pague o preço por suas vidas! A seguir, vejas algumas orientações colhidas da Santa Palavra, faça segundo a vontade de Deus. 1) DEVERES PRINCIPAIS A) Ensinar a Palavra - Dt 6.7 “Tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te”.” mais: Dt 6.20; 21.19 B) Treinar - Pv 22.6 “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele.” Mais: Is 38.19; Lm 2.19 C) Prover - 2Co 12.14 “... Não devem os filhos entesourar para os pais, mas os pais, para os filhos.” D) Criar - Ef 6.4 “E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e na admoestação do Senhor.” Mais: Cl 3.21 E) Controlar - 1Tm 3.4,12 “E que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito” 2) OUTROS DEVERES A) Amar - Tt 2.4 “a fim de instruírem... a amarem ao marido e a seus filhos.” B) Levá-los a Cristo - Mt 19.13,14 “Trouxeram-lhe, então, algumas crianças, para que lhes impusesse as mãos e orasse.” C) Treiná-los para Deus - Pv 22.6 “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele.” Mais: Ef 6.4 D) Falar-lhes sobre os juízos de Deus - Jl 1.3 “Narrai isto a vossos filhos, e vossos filhos o façam a seus filhos, e os filhos destes, à outra geração.” E) Falar-lhes sobre os grandes feitos de Deus - Sl 78.4 “Não o encobriremos a seus filhos; contaremos à vindoura geração os louvores do SENHOR, e o seu poder, e as maravilhas que fez.” Mais: Ex 10.2 F) Ordenar-lhes que obedeçam a Deus - Dt 32.46 “disse-lhes: Aplicai o coração a todas as palavras que, hoje, testifico entre vós, para que ordeneis a vossos filhos que cuidem de cumprir todas as palavras desta lei.” Mais: 1Cr 28.9 G) Abençoá-los - Gn 48.15 “E abençoou a José, dizendo: O Deus em cuja presença andaram meus pais Abraão e Isaque, o Deus que me sustentou durante a minha vida até este dia.” Mais: Hb 11.20 H) Apiedar-se - Sl 103.13 “Como um pai se compadece de seus filhos, assim o SENHOR se compadece dos que o temem.” I) Governá-los - 1Tm 3.4,12 “E que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito.” J) Corrigi-los – PV 23.13 “Não retires da criança a disciplina, pois, se a fustigares com a vara, não morrerá.” Mais: Pv 13.24, 19.18, 29.17; Hb 12.7 L) Não Provocá-los - Ef 6.4 “E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e na admoestação do Senhor.” Mais: Cl 3.21 3) ORAÇÃO PELOS FILHOS A) Por seu bem-estar espiritual - 1Cr 29.19 “E a Salomão, meu filho, dá coração íntegro para guardar os teus mandamentos, os teus testemunhos e os teus estatutos, fazendo tudo para edificar este palácio para o qual providenciei”.” Mais: Gn 17.18 B) Pela santificação - Jó 1.5 “Decorrido o turno de dias de seus banquetes, chamava Jó a seus filhos e os santificava; levantava-se de madrugada e oferecia holocaustos segundo o número de todos eles, pois dizia: Talvez tenham pecado os meus filhos e blasfemado contra Deus em seu coração. Assim o fazia Jó continuamente.” C) Quando enfermos - Mc 5.23 “E insistentemente lhe suplicou: Minha filhinha está à morte; vem, impõe as mãos sobre ela, para que seja salva, e viverá.” Mais: Jo 4.46-49; 2Sm 12.16 D) Sempre - 1Ts 5.17 “Orai sem cessar.” Irmãos amados, agindo segundo esta orientação do Senhor, com certeza os filhos serão cheios do Espírito Santo, servos úteis ao Senhor e saberão dizer não ao mundo e seus prazeres. E verás o Senhor honrando a Sua palavra: “Quando velhos não se desviarão...”

domingo, 20 de outubro de 2013

futbool

SETE SINAIS DA VINDA DE CRISTO..

XI – Sete Sinais da Vinda de Cristo. 1. Sinais no mundo político. - Luc. 21:25.2. Sinais no mundo científico. - Dan. 12:4.3. Sinais no mundo natural. - Luc. 21:11.4. Sinais no mundo social. - Mat. 24:36-39.5. Sinais no mundo doméstico. - II Tim. 3:1-6.6. Sinais no mundo industrial. - Tia. 5:1-6.7. Sinais no mundo religioso. - II Ped. 3:3, 4. XIII – Sete Pais da Bíblia. 1. Noé, pai justo. - Gên. 7:1.2. Abraão, pai fiel. - Gên. 18:19.3. Jacó, pai parcial. - Gên. 37:3 e 4.4. Eli, pai negligente. - I Sam. 3:13.5. Jó, pai dos necessitados. - Jó 29:16.6. O pai perdoador do filho pródigo. - Luc. 15:20.7. Jesus, Pai eterno. - Isa. 9:6. 1. Eva, mãe de todos. - Gên. 3:20.2. Joquebede, mãe de Moisés. - Êx. 2:1-9; 6:20.3. Débora, mãe em Israel. - Juí. 5:7.4. Ana, mãe de Samuel. - I Sam. 1:20,22.5. Eunice, mãe de Timóteo. - II Tim. 1:5.6. Isabel, mãe de João. - Luc. 1:13-16.7. Maria, mãe de Jesus. - Luc. 2 :34,40,51. O CHAMADO DE ISAÍASIsa. 6:1-8I – O Vidente - Vs. 1-5. 1. Viu a Cristo. - V. 1.2. 2. Viu o trono de Cristo quando os tronos terrenos estavam cambaleantes. - V. 1.3 3. . Viu a santidade do Senhor, através da qual descobriu sua pecaminosidade. - Vs. 3,5. 4. 4. Viu a glória do Senhor enchendo a terra, como acontecimento futuro. - V. 3; Isa. 40:5 • II – O Pecador. 1. Houve convicção. - V. 5.2. 2. Houve contrição. - V. 5.3. 3. Houve confissão. - V. 5.4. 4. Houve purificação. - Vs. 6,7.5. 5. Houve consagração. - V. 8. VII – Sete Coisas no Coração. - Sal. 51:10. 1. Cristo no coração. - Efés. 3:17.2. Espírito no coração. - II Cor. 1:22.3. Palavra no coração. - Sal. 119:11.4. Verdade no coração. - Sal. 15:2.5. Lei no coração. - Sal. 40:8.6. Amor no coração. - Rom. 5:5.7. Alegria no coração. - Ecl. 5:20.

sábado, 19 de outubro de 2013

A MELHOR PARTE.(JESUS)

ESCOLHENDO A MELHOR PARTE Texto: Lucas 10.38-42 Introdução: A vida envolve uma seqüência continuada de lições que nós devemos enfrentar. Uma das coisas mais difíceis em toda esta questão de lições é escolher sabiamente. Nesta passagem, duas irmãs tiveram que tomar uma decisão. O que elas escolheriam e o que Cristo teve que dizer para mostrar que suas palavras eram instrutivas? I – Um estudo em contraste 1. Maria, a irmã menor. a) “Sentando-se aos pés de Jesus...” Havia vindo a absorver seus ensinos. b) “Ouvia sua Palavra”, estava escutando atentamente com exclusão de todos os demais. 2. Marta, a irmã maior. a) Ela revelou-se a Cristo em sua casa; demonstrou-se discípula ao dar-lhe hospitalidade. b) Estava preocupada com o serviço, servia ao Senhor tratando de fazer o melhor. c) Na verdade sua má atitude, tinha se fadigado com os afazeres e pediu que ordenasse a sua irmã para vir ajuda-la, e fez patente sua atitude. II – Uma pressão calma. Cristo respondeu correto a Maria. 1. Dirigia-se a ela com ternura, “Marta, Marta”. A repetição mostra a ternura das palavras que lhe dirigiu. 2. Analisou a atitude dela. a) Viu “atarefada”, cheia de ansiedade b) Viu “perturbada”, inquieta e oprimida como resultado de sua agitação anterior. c) Viu “dedicada a muitas coisas”, ocupada e agitada por muitas coisas diferentes. 3.Definiu o problema dela. a) As muitas coisas havia tirado do lugar “uma coisa só é necessária”. O serviço só é mal quando se converte em um substituto, que era o que havia acontecido com ela. b) “Uma coisa só é necessário” era o tempo, o pensamento dedicado a Ele, um tempo de atenção fixa nele. III – Uma evolução da lição 1. Cristo faz uma declaração a) Maria havia escolhido a melhor parte (havia escolhido o serviço com devoção antes do serviço sem devoção). b) Sua parte não havia sido tirada( na realidade) ele recusou atuar conforme a situação de Marta). 2. A razão para a valorização a) Maria havia escolhido, comunhão, instrução, adoração, crescimento e preparação. b) Se marta tivesse feito o mesmo, se não se agitasse, poderia servir melhor. 3. A lição: a) As vezes temos que escolher entre a doação com o serviço e ao serviço sem doação. b) Temos que aprender o que Marta aprendeu. . Um serviço eficaz depende de uma doação eficaz. . A carência de devoção resulta em frustação e tensão. Conclusão: Escolhendo sentar-se aos pés de Jesus. Maria estava feliz por escolher a melhor parte. Marta foi repreendia não por seu trabalho, mas por sua atitude, que teve um resultado devocional fracassado.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

TRÊS TENDA NO MONTE

TRÊS TENDAS NO MONTE Texto: Mateus 17.1-13 Introdução: Se é humano dizer uma coisa errada, num momento mais cruel, então Pedro era desde logo humano . Aqui temos Pedro no Cume do Monte na esperança do Divino e Eterno, e dizer. “Façamos aqui três cabanas”. I – Pedro falhou ao ouvir o que Cristo queria dizer. 1. A transfiguração era para os discípulos; Cristo não necessitava deles, porém eles sim, e por isto que foram testemunhas da mesma. 2. Foi disposta para mostrar. a) A verdade de algumas declarações anteriores. . A confissão de fé de Pedro(16.16) . A declaração de Cristo da eminência de sua morte(16-21) b) A gloriosa natureza de Cristo. c) A superioridade de Cristo a todos os demais. Moises e Elias estavam ali como representantes da lei e dos profetas, eles desapareceram, e os discípulos não viram a nada senão a Jesus. d) A provação de Deus em todas as palavras e nações de Cristo, notemos a voz.(v.5). . Identificação: “Este é meu filho amado”. . Satisfação: “Em quem tem prazer.” . Instrução: “A Ele ouvi”. 3. Pedro não compreendeu nada a) Cristo estava ensinando que eles deviam prosseguir. . Jesus morreria, no plano de Deus em Jerusalém. Pedro estava dizendo; “Ficamos aqui”. b) Deus ensinando que cristo era superior a todos. Pedro tentou fazer dele, um entre os três sendo iguais, fazendo três tendas c) A miúdo falhamos pela mesma razão que falhou Pedro. Não estamos ouvindo o suficiente para ouvir o que Deus está nos ensinando. II – Pedro falhou ao não compreender a natureza das lições espirituais. 1. Todo conhecimento era de natureza espiritual, uma manifestação sobrenatural. 2. Todo aquele conhecimento está disposto, para ensinar verdades espirituais. a) A natureza da morte. Pedro, Tiago e João; estiveram três vezes com Cristo quando ele ensinou acerca da morte. . Na casa de Jairo, o poder de Cristo sobre a morte. . A transfiguração, o poder de Cristo sobre a morte. . O jardim do Getsêmani, a entrega da morte. b) Que o caminho da glória passa pelo padecimento e humilhação. 3. Pedro deixou novamente de compreender. a) Tinha a mente demasiada ocupada na construção das tendas. b) Nós estamos tão ativos edificando tendas( boas obras, assistência na Igreja, conforme refutação etc...) que também deixamos de aprender verdades espirituais. III – Pedro falhou ao tratar de adiantar-se a Deus. 1. Deus estava pondo em claro seus propósitos, estava confirmando as declarações de Cristo e dando mais detalhes.(Lc.9.30-31). 2. Pedro tentou intervir. a) Disse: “Ficamos aqui”! b) Em realidade estava dizendo “aqui sim, isto é” “A glória sim; o sofrimento não”. 3. Pedro exibiu novamente sua humanidade. a) Sua vontade em oposição com a de Deus. IV – Falhou ao tratar de limitar Deus 1. Eles estavam na presença da eternidade, a glória e os visitantes faziam isto patente. 2. Pedro. a) As tendas são cabanas de rama entretecidas. b) Ao querer construir estas cabanas, Pedro cometeu vários erros. . Pensar que Cristo pudesse ficar assim confinado. . Pensar que Cristo e seus visitantes quisessem ficar assim. 3. Não somos diferentes de Pedro. a) Nós tratamos de introduzir a Deus em quartéis temporais como um edifício, nossos conceitos humanos, a nossas mentes finitas. b) Geralmente acabamos com conceitos inadequados de Deus, e com um Deus que é verdadeiramente demasiado pequeno. V – Pedro propôs algo impossível “O espiritual preso ao material”. 1. Havia muitas coisas nos planos de Deus. a) Mais ensinamentos. b) Um tempo no vale (vv.14-21) c) Algumas lições que se devia aprender acerca do poder, e da responsabilidade, e de Cristo. 2. Cristo colocou em claro a existência de outros propósitos. a) Os conduz monte baixo. b) Os ordenou que não contasse nada. . Porque o seguinte tema: Era a cruz, e não a glória. . Porque tinham que esperar o Espírito Santo que os ajudaria a contar. . Porque as visões são de pouco valor exceto para os que tem experimentado. 3. Aqui temos uma clara mensagem para nós. a) Depois do monte com freqüência segue o vale. b) Devemos gozar hoje das bênçãos de hoje. c) Nossa experiência tem que ser renovada cada dia, não poderás viver na experiência de ontem. Conclusão: Pedro falou em um momento crucial e revelou uma enorme falha. Não compreendendo as lições espirituais. Tratando de colocar o Divino em uma diminuta caixa Temporal, Tratando de fazer com que as bênçãos de hoje durassem até amanhã. Porém a falha de Pedro foi voluntária e nós falhamos da mesma maneira , pela mesma razão. Se dissermos que Pedro aprendeu a lição(2Pe.1-15-18), a grande pergunta é: Nós aprendemos?

3 tendas no monte

TRÊS TENDAS NO MONTE Texto: Mateus 17.1-13 Introdução: Se é humano dizer uma coisa errada, num momento mais cruel, então Pedro era desde logo humano . Aqui temos Pedro no Cume do Monte na esperança do Divino e Eterno, e dizer. “Façamos aqui três cabanas”. I – Pedro falhou ao ouvir o que Cristo queria dizer. 1. A transfiguração era para os discípulos; Cristo não necessitava deles, porém eles sim, e por isto que foram testemunhas da mesma. 2. Foi disposta para mostrar. a) A verdade de algumas declarações anteriores. . A confissão de fé de Pedro(16.16) . A declaração de Cristo da eminência de sua morte(16-21) b) A gloriosa natureza de Cristo. c) A superioridade de Cristo a todos os demais. Moises e Elias estavam ali como representantes da lei e dos profetas, eles desapareceram, e os discípulos não viram a nada senão a Jesus. d) A provação de Deus em todas as palavras e nações de Cristo, notemos a voz.(v.5). . Identificação: “Este é meu filho amado”. . Satisfação: “Em quem tem prazer.” . Instrução: “A Ele ouvi”. 3. Pedro não compreendeu nada a) Cristo estava ensinando que eles deviam prosseguir. . Jesus morreria, no plano de Deus em Jerusalém. Pedro estava dizendo; “Ficamos aqui”. b) Deus ensinando que cristo era superior a todos. Pedro tentou fazer dele, um entre os três sendo iguais, fazendo três tendas c) A miúdo falhamos pela mesma razão que falhou Pedro. Não estamos ouvindo o suficiente para ouvir o que Deus está nos ensinando. II – Pedro falhou ao não compreender a natureza das lições espirituais. 1. Todo conhecimento era de natureza espiritual, uma manifestação sobrenatural. 2. Todo aquele conhecimento está disposto, para ensinar verdades espirituais. a) A natureza da morte. Pedro, Tiago e João; estiveram três vezes com Cristo quando ele ensinou acerca da morte. . Na casa de Jairo, o poder de Cristo sobre a morte. . A transfiguração, o poder de Cristo sobre a morte. . O jardim do Getsêmani, a entrega da morte. b) Que o caminho da glória passa pelo padecimento e humilhação. 3. Pedro deixou novamente de compreender. a) Tinha a mente demasiada ocupada na construção das tendas. b) Nós estamos tão ativos edificando tendas( boas obras, assistência na Igreja, conforme refutação etc...) que também deixamos de aprender verdades espirituais.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

QUATRO CHAMADAS DE CRISTO

SERMONETES (SERMÕES CURTOS) QUATRO CHAMADAS DE CRISTO 1. "Vinde a Mim". - Mat. 11:28. Eu sou o Redentor.2. "Aprendei de Mim". - Mat. 11:29. Eu sou o Ensinador.3. "Vinde após Mim". - Mat. 4:19. Eu sou o Mestre.4. '"Permanecei em Mim". - João 15:4. Eu sou a Vida. QUATRO CHAMADAS DE JESUS 1. A chamada para o arrependimento. - Mar. 1:15.2. A chamada para o serviço. - Mar. 1:17.3. A chamada para a ressurreição. - João 5:28.4. A chamada para possuir o Reino. - Mat. 25:34. O TRÍPLICE CONVITE DE JESUSMat. 11:25-30 1. O convite para o aprendizado – "Vinde... e aprendei de Mim".Cristo é o Mestre.2. O convite para a obediência – "Tomai sobre vós o Meu jugo":Cristo é o nosso Senhor.3. O convite para a salvação – "E encontrareis descanso para asvossas almas". Cristo é o nosso Salvador. AOS PÉS DE JESUSLuc. 1:31-46 1. Esteve aos Seus pés – em confissão.2. Chorou aos Seus pés – em penitência.3. Lavou Seus pés – em humilhação.703 Mil Esboços para Sermões4. Enxugou Seus pés – em devoção.5. Beijou Seus pés – em afeição.6. Ungiu Seus pés – em adoração. SEM CRISTOEfés. 2:12 Estar sem Cristo é estar sem:1. Deus – "Deus estava em Cristo". - II Cor. 5:15.2. Vida – "Eu sou a vida". - João 14:6.3. Luz – "Eu sou a luz do mundo". - João 8:12.4. Promessa – "Participantes da promessa em Cristo". - Ef. 3:6.5. Salvação – "Em nenhum outro há salvação". - At. 4:12.6. Esperança – "Não tendo esperança". - Ef. 2:12.7. Amor – "O amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nossoSenhor". - Rom. 8:39. A ÁGUA DA VIDA 1. Seu caráter.a) Viva. - João 4:10. b) Clara. - Apoc. 22:1.c) Pura. - Apoc. 22:1.d) Abundante. - Ez. 47:1-9.e) Gratuita. - Apoc. 21:6.2. A quem é oferecida.a) Aos sedentos. - Apoc. 21:6. b) Aos que quiserem. - Apoc. 22:17.3. Como obtê-la.a) Vir. - Apoc. 22:17. b) Tomar. - Apoc. 22:17.704 Mil Esboços para Sermões OS TRÊS APARECIMENTOS DE CRISTOHeb. 9:24-28 1. Apareceu uma vez (v. 26) – PROPICIAÇÃO.2. Aparece agora (v. 24) – INTERCESSÃO.3. Aparecerá (v. 28) – MANIFESTAÇÃO. O JOVEM RICOMat. 19:16-22 Histórico do incidente – Entretanto, ao jovem rico, que parecia ter tudo, "faltava-lhe uma coisa", que era tudo. Eis o que ele tinha, ou "osquatro RR":1. Retidão – Retidão própria.2. Riqueza – Riquezas mundanas apenas..3. Respeitabilidade – Respeito social.4. Religião: Religião tradicional e exterior. Faltava-lhe a verdadeirareligião. Faltava-lhe Cristo no coração!